
O novo boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura de Barra Velha nesta quarta-feira (12) traz um dado que acende o sinal de alerta no município: o número de focos do mosquito dobrou em apenas duas semanas.
No dia 26 de janeiro eram 68 focos identificados. Agora, em 12 de fevereiro, já são 136 registros espalhados pela cidade. O crescimento rápido preocupa as autoridades de saúde e reforça que o risco potencial de transmissão da dengue permanece elevado.
Outro indicador que chama atenção é o número de pacientes aguardando resultado de exame laboratorial para confirmação da doença. O total passou de 6 para 13 no mesmo período. Atualmente, há um caso confirmado no município.
Embora o número de casos positivos ainda seja baixo, o avanço dos focos do mosquito demonstra que o cenário exige vigilância constante. A presença do mosquito é o primeiro passo para que a doença se espalhe.
🚨 Prevenção é a principal arma
O combate à dengue não depende apenas das ações do poder público. A eliminação dos criadouros dentro das residências é fundamental para impedir que o mosquito continue se reproduzindo.
O Aedes aegypti deposita seus ovos em qualquer local com água parada — tampinhas, vasos de plantas, pneus, calhas entupidas, caixas d’água destampadas ou até pequenos recipientes esquecidos no quintal.
Pequenas atitudes fazem grande diferença:
✔️ Eliminar qualquer recipiente que acumule água
✔️ Manter caixas d’água sempre bem vedadas
✔️ Limpar calhas e ralos com frequência
✔️ Tratar piscinas mesmo quando não estiverem em uso
✔️ Permitir a entrada dos agentes de endemias nas residências
💬 Responsabilidade coletiva
Especialistas reforçam que, quando os focos aumentam, o risco de transmissão cresce rapidamente. O mosquito tem ciclo de reprodução curto, o que facilita a expansão em poucos dias se as condições forem favoráveis.
Barra Velha já vivenciou momentos críticos em anos anteriores, e o momento atual é de agir antes que os números avancem.
O alerta está feito: a dengue pode ser evitada, mas depende da participação de cada morador. A prevenção começa dentro de casa.
Se cada um fizer sua parte, a cidade inteira se protege.





















